sábado, 24 de novembro de 2012

Noticias do Jequi - Lançamento do novo Cd de Rubinho do Vale

Amigos e amigas, uns de perto, outros de longe, mas todos próximos através desses caminhos feissibuquianos, saiu do forno o cd ESTRADA em comemoração aos meus 30 anos de carreira. Todas as músicas de minha autoria são inéditas, tem a presença dos parceiros Gildes Bezerra, João Evangelista Rodrigues, Wesley Almeida e da nova parceira Paula Benevides de Morais, tem uma música do velho Neguinha, Geovane Figueirêdo em parceria com Dobêla. Fernanda Takai cantou lindamente "A ESTRADA E O VIOLEIRO" de Sidney Miller, Antônio Nóbrega cantou comigo "DESASSOMBRADO", composição dele, Ivan Vilela coloriu nosso disco com sua viola na canção "RODA DE VIOLA" e Davi Botelho, não deixou por menos com sua bonita voz na música "Conforme o vento". O lançamento será por volta de 15 de Dezembro aqui em BH e interneticamente a partir de agora para todo o Brasil. Quem aceitar ser parceiro na divulgação, aceito e agradeço. Quem topar caminhar um pouco por essa Estrada musical será bem vindo. Aí estão os contatos da minha produtora: 31 34661000 ou producaorubinhodovale@gmail.com - E assim "Conforme o vento que bate no pé de planta a gente pega e canta, a gente quer cantar" - Um forte abraço à cada um amigo/a que fiz por aqui " e lá vou eu por esta estrada a desvendar os mistérios do amor" e da vida. Com abraços. 
Retirado do facebook de Rubinho do vale

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Memória Cultural



Rio Jequitinhonha em Itaobim/MG - Foto: Jô Pinto



Patrimônio Natural


O patrimônio natural compreende áreas de importância preservacionista e histórica, resumindo, são ambientes naturais que  fazem recordar  quem somos, o que fazemos, de onde viemos e conseqüentemente, como seremos.
Quem não tem lembrança histórica de uma paisagem
Devo avivar  sua lembrança para algumas, que com certeza em uma delas você se enquadra: do balanço feito num galho de mangueira, da época  em que subia  no pé da mangueira para deliciar-se ao sabor de uma manga , cujo caldo escorria pela roupa, do cajueiro que após  saborear o fruto  arremessava  em quem passasse pelo perímetro, da goiabeira  que muitas vezes pouco importava se estava madura ou não, da gabiroba, agarradinha, da murta , cuja época de colher tais frutos era motivo de famílias inteiras embrenhar-se no mato em busca de tais  árvores;
Há ainda os córregos, as lagoas, os rios e ribeirões, a dureza de não ter água encanada, obrigava a gente ir para estes locais em busca de água, com latas ou potes na cabeça, duas ou mais vezes ao dia.
O engraçado disso é que tudo havia  nomes como: Lagoa de Cirilo,  Lagoa dos Cachorros, Lagoa da Gameleira, Córrego do Mateus, Poço das Três Moças, Poço das Pedrinhas.
Perder estas lembranças além de causar um dano ambiental, é uma agressão à memória  e acima de tudo, perda de qualidade de vida.


Texto: Ângela Gomes Freire