quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Giro Pelo Vale - Selo UNICEF



Inscrições para a 4ª edição do Selo UNICEF se encerram em uma semana
Em Minas Gerais, mais de 140 municípios podem participar do projeto
Selo UNICEF busca auxiliar gestores na melhoria da qualidade de vida de meninas e meninos
Quase 50 mil crianças e adolescentes mineiros já serão beneficiadas
No dia 14 de novembro se encerram as inscrições para o Selo UNICEF Município Aprovado Edição 2013-2016. Realizado pelo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o projeto busca auxiliar gestores na melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes. Nesta edição, podem se inscrever cerca de 1.500 municípios da área de atuação do Programa Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAN Brasil), localizados em dez estados brasileiros. Em Minas Gerais, 142 municípios estão localizados nessa área.
A coordenadora do Selo UNICEF em Minas Gerais, Adriana Mitre, afirma que o projeto tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais do país por meio do fortalecimento das gestões municipais da região semiárida brasileira e do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e das Metas Pós-2015. Até então, já serão beneficiadas quase 50 mil crianças e adolescentes de municípios mineiros que aderiram à iniciativa, mas esse número ainda poderá ser ampliado.
As inscrições podem ser feitas pelos(as) prefeitos(as), por meio da assinatura e envio do Termo de Adesão para o escritório da secretaria executiva do Selo UNICEF em cada estado. Em Minas Gerais, o escritório se localiza na Oficina de Imagens, em Belo Horizonte.
Minas Gerais
No Semiárido mineiro, o Selo UNICEF é desenvolvido desde 2005, em parceria com a Oficina de Imagens. Na última edição, 2009-2012, 28 dos 123 municípios inscritos no Selo receberam a certificação internacional devido à melhoria de indicadores sociais na área da educação, saúde e assistência social. Entre cidades agraciadas, está Mata Verde, que foi certificada com o Selo pela primeira vez.
A articuladora de Mata Verde na última edição, Risélia Dias, afirma que o Selo UNICEF contribui para a sensibilização da comunidade e dos órgãos municipais para além dos três anos de duração do projeto.  “A mudança na consciência das pessoas, dos órgãos e a obtenção do próprio Selo fez o município mais responsável por suas crianças e seus adolescentes. Desde o fim da edição passada, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mata Verde já promoveu duas audiências públicas, participou da elaboração do Plano Plurianual, realizou a 1ª Semana do Conselho Tutelar, fomentou a criação do Programa Família Acolhedora, além de outras ações”, explica.



Como participar
Os(As) gestores(as) municipais interessados(as) em participar da iniciativa devem ler o Regulamento, preencher e assinar o Termo de Adesão, indicando o nome da pessoa que vai assumir o papel de Articulador(a) municipal, responsável por coordenar o Selo no município e fazer a interlocução com o UNICEF. É recomendável que o(a) presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) também assine o Termo de Adesão. Para ter acesso ao regulamento e termo de adesão basta acessar o site: www.selounicef.org.br.
O município que adere à iniciativa recebe capacitações, materiais e metodologias, que têm como proposta intensificar a atuação da gestão municipal, a comunicação e mobilização social para o fortalecimento das políticas públicas da área da infância e adolescência.
A nova edição do Selo UNICEF Município Aprovado no Semiárido será realizado com o apoio do Governo Federal, PETROBRAS, Fundação Telefônica, COELCE e CEMAR, em parceria com organizações não governamentais, responsáveis pela implementação das atividades em 10 Estados da região.

INFORMAÇÕES
Oficina de Imagens - Comunicação e Educação
Adriana Mitre /Reginaldo Alves
Telefone: (31) 3465-6800/6809
E-mail: selounicef@oficinadeimagens.org.br
Endereço: Rua Salinas, nº 1101, Floresta - Belo Horizonte, MG, CEP 31.015-365

Assessoria de Comunicação para UNICEF São Paulo
Adriana Alvarenga
Telefone: (11) 3278-5707

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Memória Cultural - Brincar

MEMÓRIA DO BRINCAR
Foto: Internet
 Este título tem a intenção  de  levantar  lá no fundo  da memória de cada leitor, a sua infância seja ela rica ou pobre , não havia antigamente tantos brinquedos como hoje, por isso tínhamos de usar a criatividade para criá-los, variando assim de região para região,  uns usavam tocos de madeira, pedrinhas, rodas,  pipas, cada um  se arranja e satisfazia, porque a regra era brincar, não importava com qual material fosse.
Atualmente com os avanços da modernidade  e da tecnologia, trouxeram brinquedos que não exigem a criatividade, já deparam com tudo pronto e acabado.Muita coisa já se perdeu,  as vezes  quando batemos na porta de um amiguinho, ele sequer te cumprimenta, pois está vidrado naquela novela ou seriado, ou jogando vídeo ou outro aparelho qualquer de distração desta atualidade.
Cabe a cada  membro da família  refletir sobre estas evoluções, mas também não esquecendo que ao puxar uma criança para brincar, é momento de interação, conhecimento, segurança, amizade, além da satisfação de  brincar e estar com um ente tão querido em formação.

BONECAS - Entre Todos os brinquedos  muito queridos pelas crianças, estão as bonecas,  não se sabe a precisão quando ou quem inventou, mas sabe-se que no Antigo Egito, foram encontradas bonecas em túmulos de crianças entre 3.000 e 2000 a. c., feitas de madeira, banhada na argila com cabelos de verdade, alguns historiadores  dizem  que era para a criança brincar no mundo do “além”, outros falam que, ao invés da brincadeira elas seriam para trabalhos além da vida.
Na Grécia Antiga e em Roma, nos rituais que antecediam o casamento, as jovens que iam se casar entregavam suas bonecas a deusa Ártemis, simbolizando o fim da infância. A fabricação de bonecas para fins comerciais teve início na Alemanha e em Paris por volta do século XV, feitas de terracota, madeira e alabastro (espécie de pedra)

QUEBRA CABEÇAS - Foi inventado em 1763, pelo inglês John Spilsbury que fazia mapas e gravuras. Ele teve uma idéia de criar um mapa dividido em peças de madeira para ajudara os professores a ensinar geografia para as crianças.  Na sala de aula as crianças gastaram que logo virou passatempo divertido.


Ângela G. Freire – Professora, Turismóloga e Produtora Cultural