quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

DIÁRIO DE LEITURA - " O Mandonismo Mágico do Sertão " de Luis Santiago


Uma obra literária no qual vale muito ler, nesta obra premiada com o premio Silvio Romero 2014 de pesquisas sobre Folclore e Cultura Popular, o historiador Luis Santiago, faz uma leitura da Cultura Politica sertaneja a partir de elementos antropológicos. tenha todos boa Leitura.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

MEMÓRIA CULTURAL - Fumo de Rolo


            Desconheço a inexistência de fumo de rolo, nas feiras e mercados da região do Vale do Jequitinhonha, apesar de não haver um cadastro deste destes agricultores por esta especiaria, é bem significativa a produção deste por pequenos produtores rurais.
           O fumo de rolo leva um processo lento e talvez pela demora deste os produtores rurais tenham de atrelar o cultivo da erva com outros  como mandioca, feijão, etc.
            Na organização do mercado municipal em Araçuaí, houve um devido cuidado e valorização aos vendedores desta especiaria, fabricada  nas comunidades rurais de tesouras, Setúbal  e Córrego Narciso , dentre outras, deixando uma ala inteira com banca , feita em cimento para a apreciação de quem procura fumo desde para seu uso em cigarro, rapé ou até mesmo aquele para espantar piolho de galinhas. Mas em qualquer uma das tantas feiras do Vale, lá vai ter sempre um vendedor a oferecer o fumo de rolo...



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GIRO PELO VALE - Morre Dona Té, Foliã de Santos Reis da Cidade de Medina


Dona Té. 
Ícone da cultura Popular de Medina e do Vale. Essa mulher é um dos grandes nomes responsáveis pela perseverança no fazer cultura. Cresci ouvindo sua voz nas rodas de folia. Mas era também amiga do peito, daquelas de abraço verdadeiro. Mãe, rezadeira, foliã, pescadora, lavanderia... fé era seu sobrenome. Tenho várias lembranças e histórias pra contar dessa figura mas a ultima é bem recente
Foi na ultima sexta-feira na recepção dos Comunicadores do Vale do Jequitinhonha. Obrigado por participar daquele momento de te acompanhar ate o carro e ouvir o seu "ultimo fica com Deus" ainda no seu traje mais bonito e com seu chocalho inseparável. Obrigado Deus por me permitir conhecer e dividir as rodas de folia, as cantorias nos presépios, as muitas viagens pelo vale ao lado dessa Senhora de voz aguda e abraço forte. Obrigado por na noite de Natal ter passar sobre mim e minha família a bandeira do DIVINO. Segue seu caminho na luz.  
palavras de Jardel Mendes


Que Nossa Senhora do Rosário lhe conduza ao Pai.....

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

DIÁRIO DE LEITURA - Poeta Beth Guedes, lança o livro " “ A leveza da vida em Versos”

“Sou uma serviçal da poesia! Minha missão neste mundo é servir-lhe fielmente dia e noite!” - Beth Guedes


A poeta Beth Guedes, faz  nessa (sexta-feira), 15 de Janeiro de 2016,  às 20hs  lançamento de seu livro  “ A leveza da vida em Versos”,  em São Gonçalo do Rio das Pedras/MG







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GIRO PELO VALE: Imagem Sacra é Roubada em Minas Novas

Gruta onde ficava a Imagem - Rosângela Fernandes
A cidade de Minas Novas, acordou um pouco mais triste com a noticia do roubo de uma imagem sacra, trata-se da Imagem de Nossa Senhora de Lourdes, no qual ficava na Gruta de Nossa Senhora Do Bom Sucesso, tal fato segundo Rayane Almeida, aconteceu Nessa madrugada, O responsável chegou pela manhã para realizar a manutenção quando se deu conta de que a imagem de aproximadamente cinquenta a sessenta centímetros não estava no local, o cofre também foi arrombado porém ainda não se sabe a quantia levada.


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

GIRO PELO VALE - Morre Tião de Angelino, personagem da História e Cultura de Minas Novas

Noticiamos o falecimento de Sebastião Alves Miranda popular Tião de Angelino, seu falecimento ocorreu hoje de madrugada e seu corpo está sendo velado em sua residência na avenida Waldemar César Santos, e seu sepultamento será as 17:00H no cemitério local, nossos sinceros sentimentos a toda a família pela perda de uma pessoa tão importante para a nossa história com seus 95 anos ele foi se encontrar com Deus, que a nossa padroeira Senhora Do Rosário possa cobrir a todos com o seu manto sagrado e dar forças para seguir em frente!

Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que morto viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá 
. (João 11:25-26)



Fonte www.facebook.com/nildete.salvemaria.3?pnref=friends.search ( Congada de São Benedito)

MEMÓRIA CULTURAL - RAPÉ


           
A palavra rapé , é de origem francesa que significa:ralar ou raspar. No Brasil o rapé , passou a ser consumido a partir do século XX, atualmente é visto de maneira contraditória,seja  como  hábito ou vício.
No Vale do Jequitinhonha o rapé é preparado artesanalmente, através da folha de fumo trabalhado em fumo de rolo, cortado bem fininho, torrado e socado em peça de almofariz, bem fininho e em seguida  colocado em um recipiente próprio, antigamente existia um recipiente feito  de pedaço de chifre de animal com tampa de couro ou de madeira, popularmente conhecido como “cornicha”, cuja pronúncia correta seria “cornija”; também tem outras formas de  incrementar o produto, acrescentando  para socar junto ao fumo, folhas ou frutos medicinais como: alfavaca, imburana, manjericão ou até mesmo naftalina.
            O rapé possui cheiro característico, que, ao ser inalado, produz sensação de prazer, além de provocar espirros.
.           Segundo alguns pesquisadores e historiadores, no Egito o rapé já era conhecido, pois  fora encontrado pimenta do reino na narinas e abdômen de Ramsés II. Em outros estudos em múmias , encontrou-se: mirra, canela e olíbano (espécie de resina aromática, obtida de árvores africanas e asiáticas do gênero Boswellia, muito usada na perfumaria e fabricação de incenso), segundo Manniche no seu livro “Egytain Herbal”.

            O rapé  é encontrado para vender em tabacarias , em latinhas, porém proibida para menores de 18 anos. Seu uso além  de servir como alternativa na medicina  como rinite ou outras enfermidades, os índios utilizam para sua espiritualidade, assim como outros grupos religiosos que fazem uso para rituais , enfim, antigamente consumido pelos nobres europeus e usado, inicialmente, como forma de aliviar a enxaqueca, o rapé era uma espécie de artigo de luxo quase sempre guardado em caixinhas exclusivíssimas. Nos elegantes salões onde circulava gente de sangue azul, elas eram conhecidas como snuffboxes. Hoje, algumas são objetos de museus. No Metropolitan de Nova York, por exemplo, em meio a tantas obras de arte, estão caixas de ouro e cravejadas de diamantes e rubis.

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